Templo Espírita Ogum Megê

Rua Manoel Machado, 105 - Largo de Vaz Lobo / 3352-6257

1ª Terça-Feira do mês: Corrente das Folhas de Oxóssi

Passes e Consultas com os Caboclos, apartir das 19h

2ª Terça-Feira do mês: Corrênte de EXÚ

Passes e Consultas com Exú, apartir das 19h

3ª Terça-Feira do mês: Corrente de Preto Velho

Passes e Consultas com Pretos Velhos, apartir das 19h

4ª Terça-Feira do mês: Ogum cruzado com Exú

Passes e Consultas com Caboclos, apartir das 19h

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Jorge Corrêa - Templo Espírita Ogum Mege - Tv Yoruba

Grande Festa de Ogum no Templo Espírita Ogum Megê 2012

sábado, 19 de julho de 2014

Senhora da Luz Velada


SENHORA DA LUZ – QUEM ÉS? – Eu sou a Umbanda – vibração mágica de amor e força – ELO envolvente que atinge a todos!

Como Expressão e Regra, sempre me apresentei Velada pelo próprio Manto do Deus-Uno! Envolta nele, estendi as variações de minha “forma-luz” sobre os povos, através dos séculos... No entanto, Eu sou a primitiva Revelação, Alma do Mundo, sem princípio e sem fim, dentro do seio da Eternidade!

Já me fiz interpretar inúmeras vezes, sendo assim decantada, na concepção e na fé: “Eu sou a Natureza, mãe das coisas, senhora de todos os elementos, origem e princípio dos séculos, suprema divindade, rainha dos Manes, primeira entre os habitantes do céu , tipo uniforme dos deuses e das deusas. Sou eu quem governa os cimos luminosos do céu, as brisas salubres do oceano, o silêncio lúgubre dos infernos, potência única, sou pelo Universo inteiro adorada sob várias formas, em diversas cerimônias, com mil nomes diferentes.

Os Frígios, primeiros habitantes da terra, me chamam a Deusa – mãe de Pessinonte; os Atenienses autóctones me nomeiam Minerva, a Cecropana; entre os habitantes da ilha de Chipre, eu sou Vênus de Paphos; entre os Cretenses, armadores de arco, eu sou Diana Dichjna; entre os Sicilianos que falam três línguas, eu sou Proserpina, a Stigiana; entre os habitantes de Eleusis, a antiga Ceres, uns me chamam Juno, outros Belone, aqui Hecate, acolá a deusa de Ramonte. Mas, aqueles que foram os primeiros iluminados pelos raios do sol nascente, os povos Etiópicos, Arianos e Egípcios, poderosos pelo antigo saber, estes, sós, me rendem um verdadeiro culto e me chamam pelo meu verdadeiro nome: rainha Ísis (Apuléia – “Metamorfose”, XI, 4).

Porém entre aqueles do passado, no presente, existem muitos que conseguem me ver sem o véu de Ísis e para estes, Eu sou a Lei – a Unidade – excelsa manifestação do Verbo, que harmonizo minha tônica, através dos Planos e Subplanos e me faço atuante, pelo Relativo na verdade, dentro dos corações de todas as criaturas que neles se situam. E, hoje, também, que de meu antigo berço, mil cânticos me evocam, farei reviver, das brumas do esquecimento, como imperativo da nova era que chegou, os Antigos Mistérios – a perdida síntese Religio-científica ...”

Obs: Dentro desta mística, Umbanda é a Lei-Una, Expressão e Regra das Hierarquias Constituídas, manifestação do Deus-Uno!...

Texto extraído do Livro - Umbanda Sua Eterna Doutrina - Mestre Yapacani - Pai Matta e Silva

Mensagem enviada pelo médium Patrick Fontoura (SCT)

W.W. da Mata e Silva - Um pouco de sua História (Salve nosso Vovô de Umbanda).


Woodrow Wilson da Matta e Silva nasceu em Garanhuns, Pernambuco, em 28 de julho de 1917. Veio pra o Rio de Janeiro aos 5 anos de idade. Entre 12 e 13 anos passou a viver fenômenos pré-mediunicos (visões). Sua primeira manifestação mediúnica ocorreu aos 16 anos com a incorporação de Pai Cândido. Nessa época, era auxiliar de redação de um periódico carioca e morava no centro do Rio de Janeiro, numa república perto da Light.

Todas as quintas-feiras realizava pequenas sessões, junto de Pai Cândido, para atender a comunidade da república. Muitas vezes fazia programas para quinta-feira, porém Pai Cândido se manifestava mostrando ao médium a sua tarefa para com o ser humano, que aguardava a quinta-feira para ser atendido.

Aos 17 anos começou a visitar vários terreiros de Umbanda em busca de um lugar para trabalhar. Pai Cândido, no entanto, pedia paciência e lhe dizia que iria ter o seu próprio terreiro.

Aos 21 anos foi morar na Pavuna onde montou seu primeiro Terreiro (pequenino como sempre). A partir de 1954, Pai Guiné começa a direcionar sua vida mediúnica. Nessa época, recebe desse “Preto-velho” a mensagem “Sete Lágrimas de Pai Preto”, que seria um dos marcos da renovação da Doutrina Umbandista.

Mostra a realidade do dia-a-dia de um Terreiro e as diferentes consciências que a ele vão, em busca de auxilio espiritual.

Nesse ano passou a escrever para o Jornal de Umbanda (já citado anteriormente) localizado à Rua Acre, 47 – 6º andar – sala 608.

Iniciou também a obra que viria a transformar as coisas da Umbanda de todos Nós. Nessa época teve várias visões mediúnicas (transes) em que se via um Velho Payé que folheava um grande livro e junto dele, um Colegiado de Mentores Espirituais que discutiam da oportunidade do lançamento do livro. Decidiu-se então, que o momento era chegado e, em 1956, essa portentosa obra era trazida a público.

Umbanda de Todos Nós foi lançada em edição paga pelo próprio autor, através da Gráfica e editora esperanto, a qual se situava na época, à Rua General Argolo, 130, Rio de Janeiro. A primeira edição saiu com 3.5000 exemplares e rapidamente se esgotou. A partir da segunda edição a obra foi lançada pela Livraria Freitas Bastos, a mesma que até hoje reedita suas obras.

Umbanda de Todos Nós agradou a milhares de umbandistas, que nela encontraram os reais fundamentos em que se poderiam escudar, mormente nos aspectos mais puros da Doutrina Umbandista. Por outro lado, este livro incomodou muita gente encarnada e desencarnada ligada ao baixo astral, principalmente os pseudo-líderes umbandistas daquela época e de todas as épocas, interessados na venda de ilusões e outras coisas.

O combate incessante sobre a obra serviu apenas para promovê-la. Esse fato desencadeou a fúria dos seus inimigos que passaram a atacar Matta & Silva através de baixa magia. Nessa luta astral, as Sombras e as Trevas utilizou-se de todos os meios agressivos e contundentes que possuíam, arrebanhando para suas fileiras de ódio e discórdia tudo o que de mais nefando e trevoso encontrassem, quer fosse encarnado ou desencarnado.

Essa perseguição atingiu sua esposa e seus filhos Ubiratan e Eluá. Muitas vezes sentiu-se balançar. Mas não caiu. A maioria de seus perseguidores recebeu segundo a Lei... Esses fatos causaram muita decepção ao Mestre, que recebeu permissão do astral para um pequeno recesso afim de restabelecer suas forças.

Várias vezes o Mestre comentou que só não tombou porque Oxalá não quis... Após o recesso, o Pai guiné assumiu toda a responsabilidade pela manutenção e reequilibrio astrofísico de seu Filho, para logo orientá-lo na escrita de mais um livro. Através da Editora Esperanto lançou umbanda – Sua Eterna Doutrina, que aborda conceitos esotéricos e metafísicos nunca expostos. Esta obra agradou em cheio aos estudiosos e intelectuais, porém passou um pouco desapercebida pela grande massa umbandista da época, inclusive aos seus “lideres”.

Para complementar e ampliar os conceitos tratados em Sua Eterna Doutrina, Matta e Silva lançou, pouco tempo depois, a obra Doutrina Secreta da Umbanda que também agradou a milhares de umbandistas.

Apesar de suas obras serem lidas e estudadas pelos adeptos e estudiosos do Ocultismo, seu Santuário em Itacuruçá era freqüentado pelos simples e humildes que nem desconfiavam ser o Velho Matta um escritor de renome no meio umbandista.

Em seu santuário junto à natureza, Matta e Silva escreveu outra de suas importantes obras chamada: Lições de Umbanda e Quimbanda na Palavra de um Preto-Velho, obra mediúnica que apresenta um diálogo edificante entre um Filho-de-Fé, Cícero (Cícero Faria de Castro, médico e estudioso) e a Entidade espiritual que se diz Preto-velho (Pai Guiné). Esta obra apresenta uma maior facilidade de entendimento para grande parte dos umbandistas.

A Choupana do Velho Guiné, em Itacurussá estava lotada quase todos os dias. Lá eram atendidas pessoas de Itacuruçá e das mais longínquas regiões do Brasil. Lá, os dramas do ser humano eram tratados á Luz da Razão e da Caridade. Durante 10 anos o Velho Matta atendeu pessoas da região e das ilhas próximas, ministrando remédios da flora local e alopatias simples que ele mesmo comprava quando ia á cidade do Rio de Janeiro.

Seguindo sua tarefa missionária, Matta e Silva escreveu sua quinta obra com o título de: Mistérios e Práticas da Lei de Umbanda que relata de forma simples e objetiva as raízes míticas da Umbanda, aprofundando-se no sincretismo dos Cultos Afro-Brasileiros. Em seguida surge à sexta obra chamada Segredos da Magia da Umbanda e Quimbanda que aborda a magia Etéreo-Física e revela de maneira simples e prática determinados rituais seletos da Magia de Umbanda.

Sua sétima obra, Umbanda e o Poder da Mediunidade explicam como e porque ressurgiu a Umbanda no Brasil, mostrando as verdadeiras origens da Umbanda. Explica ainda, ângulos importantíssimos da Magia.

Muitos pedidos dos simpatizantes e adeptos de suas obras fizeram com quem Matta e Silva lançasse em 1969, o livro que sintetizava e simplificava os sete anteriores. Esse livro recebeu o nome de: Umbanda do Brasil e esgotou-se em seis meses. Em 1975, o Grande Mestre lançava sua última obra com o nome de Macumbas e Candomblés na Umbanda. Esse livro registra as vivências místicas e religiosas dos chamados Cultos Afro-Brasileiros, mostrando os graus consencionais dos adeptos e praticantes dos vários níveis da Umbanda Popular.

Para facilitar o estudo de suas obras, Matta e Silva as classificou da seguinte maneira:

1º grau – Mistérios e Práticas da Lei de Umbanda;

2º grau – Lições de Umbanda e Quimbanda na Palavra de um Preto-Velho;

3º grau – Segredos da Magia de Umbanda e Quimbanda;

4º grau – Umbanda e o Poder da Mediunidade;

5º e 6º graus – Umbanda de Todos Nós;

7º grau – Sua Eterna Doutrina e Doutrina Secreta da Umbanda.


Segundo a Sagrada Corrente Astral da Umbanda, seus livros levarão mais de 50 anos para serem completamente assimilados e colocados em prática. As obras de Matta e Silva preparam, ajustam e apontam para a Umbanda do 3º milênio.

Segundo alguns relatos conta que ele era muito humano e totalmente avesso ao endeusamento e a mistificação de sua pessoa. Era muito sensível e de personalidade firme, acostumado que estava a enfrentar os embates da própria vida... Era inteligentíssimo! Tinha os sentidos aguçadíssimos...Mas era um profundo solitário, apesar de cercarem-no centenas de pessoas. Seu Espírito voava, interpenetrando em causas o motivo das dores, sofrimentos e mazelas várias...

A todos tinha uma palavra amiga e individualizada. Não tratava casos, tratava Almas... e, como tal, tinha para cada pessoa uma forma de agir, segundo o seu grau consciencional próprio!

Sua cultura era exuberante, mas sem perder a simplicidade e originalidade. De tudo falava, era atualizadíssimo nos mínimos detalhes... Discutia ciência, política, filosofia, arte, ciências sociais, com tal naturalidade que parecia ser Mestre em cada disciplina. E era!...

No mediunismo era portentoso.. Seu pequeno copo da vidência, parecia uma televisão tridimensional. Em conjunto simbiótico. Com Pai guiné ou Caboclo Jurema, trazia-nos mensagens relevantes e reveladoras, além de certos fenômenos mágicos. Seu santuário denominava-se TENDA DE UMBANDA ORIENTAL (T.U.O.) verdadeira Escola de Iniciação de Umbanda Esotérica de Itacurussá, na Rua Boa Vista, 177 no bairro Brasilinha.

Itacurussá significa “A TERRA DA PEDRA DA CRUZ SAGRADA”, e neste local privilegiado pela natureza, se localiza a Tenda de Umbanda Oriental em humilde prédio de 50 m2. Sua construção, simples e pobre, era limpa e rica em assistência astral. Era a verdadeira Tenda dos Orixás.

Durante 50 anos de mediunidade, Matta e Silva nunca se curvou aos ataques dos encarnados e desencarnados do baixo astral. Sua palavra e sua pena foram armas fiéis defensoras da verdadeira Umbanda. Com elas (verdadeiros chicotes) vergastou o vigarismo organizado, os vendedores do “conto do orixá”, os vaidosos mistificadores e os fanáticos que proliferam no meio umbandista.

O “Velho Matta” desencarnou em 17 abril de 1988, em Jacarepaguá. Durante 25 anos visitou mais de 600 Terreiros para poder relatar, em suas obras, o que se passava no seio do Movimento Umbandista. Trouxe à Luz a Umbanda Esotérica que, infelizmente, é praticada na atualidade por poucos Terreiros, mas que, segundo o Astral Superior, se instalará definitivamente no meio umbandista a partir deste milênio.

Mensagem enviada pelo médium Patrick Fontoura (SCT)

As Sete Lágrimas de Pai Preto


Foi uma noite estranha aquela noite queda; estranhas vibrações afins penetravam meu Ser Mental e o faziam ansiado por algo, que pouco a pouco se fazia definir…

Era um quê desconhecido, mas sentia-o, como se estivesse em comunhão com minha alma e externava a sensação de um silencioso pranto…

Quem do mundo Astral emocionava assim um pobre “eu”? Não o soube, até adormecer…e “sonhar”…

Vi meu “duplo” transportar-se, atraído por cânticos que falavam de Aruanda, Estrela Guia e Zambi; eram as vozes da Senhora da Luz Velada, dessa Umbanda de Todos Nós que chamavam seus filhos-de-fé…

E fui visitando Cabanas e Tendas, onde multidões desfilavam…

Mas, surpreso ficava, com aquela “visão” que em cada uma eu “via”, invariavelmente, num canto, pitando, um triste Pai-preto chorava.

De seus “olhos” molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces, e não sei por que, contei-as… foram sete.

Na incontida vontade de saber, aproximei-me e interroguei-o: fala, Pai-preto, diz a teu filho, por que externas assim uma tão visível dor?

E Ele, suave, respondeu: estás vendo essa multidão que entra e sai?

As lágrimas contadas, distribuídas, estão dentro dela…

A primeira eu a dei a esses indiferentes que aqui vêm em busca de distração, na curiosidade de ver, bisbilhotar, para saírem ironizando daquilo que sua mente ofuscada não pode conceber.

Outra, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um “milagre” que os façam “alcançar” aquilo que seus próprios merecimentos negam.

E mais outra foi para esses que crêem, porém, numa crença cega, escrava de seus interesses estreitos. São os que vivem eternamente tratando de “casos” nascentes uns após outros…

E outras mais que distribui aos maus, aqueles que somente procuram a Umbanda em busca de vingança, desejam sempre prejudicar a um ser semelhante – eles pensam que nós, os Guias, somos veículos de suas mazelas, paixões, e temos obrigação de fazer o que pedem… pobres almas, que das brumas ainda não saíram.

Assim, vai lembrando bem, a quinta lágrima foi diretamente aos frios e calculistas – não crêem, nem descrêem; sabem que existe uma força e procuram se beneficiar dela de qualquer forma. Cuida-se deles, não conhecem a palavra gratidão, negarão amanhã até que conheceram uma casa de Umbanda…

Chegam suaves, têm o riso e o elogio à flor dos lábios, são fáceis, muito fáceis; mas se olhares bem seu semblante verás escrito em letras claras: creio na tua Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se venceram “meu caso”, ou me curarem “disso ou daquilo”…

E a sétima, filho, notaste, como foi grande e como deslizou pesada?

Foi a ÚLTIMA LÁGRIMA, aquela que “vive” nos “olhos”de todos os orixás; fiz doação dessa aos vaidosos, cheios de empáfia, para que lavem suas máscaras e todos possam vê-los como realmente são…

“Cegos, guias de cegos”, andam se exibindo com a Banda, tal e qual mariposas em torno da luz; essa mesma LUZ que eles não conseguem VER, porque só visam à exteriorização de seus próprios “egos”…

“Olhai-os” bem, vede como suas fisionomias são turvas e desconfiadas; observai-os quando falam “doutrinando”; suas vozes são ocas, dizem tudo de “cor e salteado”, numa linguagem sem calor, cantando loas aos nossos Guias e Protetores, em conselhos e conceitos de caridade, essa mesma caridade que não fazem, aferrados ao conforto da matéria e à gula do vil metal. Eles não têm convicção.

Assim, filho meu, foi para esses todos que viste cair, uma a uma, AS SETE LÁGRIMAS DE PAI-PRETO!

Então, com minha alma em pranto, tornei a perguntar: não tens mais nada a dizer, Pai-Preto?

E, daquela “forma velha”, vi um véu caindo e num clarão intenso que ofuscava tanto, ouvi mais uma vez…

“Mando a luz da minha transfiguração para aqueles que esquecidos pensam que estão… ELES FORMAM A MAIOR DESSAS MULTIDÕES”…

São os humildes, os simples; estão na Umbanda pela Umbanda, na confiança pela razão… SÃO OS SEUS FILHOS-DE-FÉ.

São também os “aparelhos”, trabalhadores, silenciosos, cujas ferramentas se chamam DOM e , e cujos “salários” de cada noite… são pagos quase sempre com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra – a INGRATIDÃO


Livro: Umbanda de Todos Nós

Mensagem enviada pelo médium Patrick Fontoura (SCT)

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Dia 27 de Setembro está chegando - Salve a IBEIJADA!

Ibeijada, Yori, Erês, Dois-Dois, Crianças, Ibejis, são esses vários nomes para essas entidades que se apresentam de maneira infantil. Quando chegam no terreiro transformam o ambiente em pura alegria.

YORI: um dos raros termos sagrados que se manteve sem nenhuma alteração. Esse termo, assim como Yorimá, era de pleno conhecimento da pura Raça Vermelha, só se apagando do mental do Ser humano após a catástrofe da Atlântida. Ele ressurgiu através do Movimento Umbandista, em sua mais alta pureza e expressão. Traduzindo este vocábulo através do alfabeto Adâmico, temos: A Potência Divina Manifestando-se; A Potência dos Puros.

BEIJADA: Nome dado no Brasil, às entidades que se apresentam sob a forma de crianças. São, conforme a crença geral, nos cultos afro-brasileiros e na Umbanda, as falanges dos Orixás gêmeos africanos IBEJIS

IBEJI : (ib: “nascer”; eji: “dois”) Orixás gêmeos africanos que correspondem, no sincretismo afro-brasileiro, aos santos católicos Cosme e Damião.

DOIS DOIS: Nome pela qual são designados os santos católicos Crispim e Crispiniano; os santos Cosme e Damião; o Orixá africano IBEJI e a falange das crianças na Umbanda.

ERÊ: Vem do yorubá iré que significa “brincadeira, divertimento”. Existe uma confusão latente entre o Orixá Ibeji e os Erês. É evidente que há uma relação, mas não se trata da mesma entidade. Ibeji, são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos Cosme e Damião. Erês, Crianças, Ibejada, Dois-Dois, são Guias ou Entidades de caráter infantil que incorporam na Umbanda.

Salve nossas amadas Crianças!

Texto retirado da internet.

Mensagem enviada pelo médium Patrick Fontoura (SCT)

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Está chegando a hora IBEJADA!

Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga. 
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr. 
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada,, toda sorridente.

Moral da história: Devagar se vai ao longe!


Texto retirado da Internet.
Mensagem enviada pelo médium Patrick Fontoura (SCT)

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Umbanda tem Fundamento, tem História, é preciso Estudar


Todo Cristão conhece a história de Cristo e do Cristianismo, todo Judeu conhece a história de Moisés e do Judaísmo, todo Muçulmano conhece a história de Mohamed (Maomé) e do Islamismo, os três grupos têm em comum o patriarca Abraão também conhecido por todos; todo Budista conhece a história de Sidharta Gautama (Buda) e do Budismo, todo Hare Khrishna conhece a história de Krishna, e nós Umbandistas?

Conforme disse o Caboclo das Sete Encruzilhadas:

“Umbanda é a manifestação do espírito para caridade”

Muitos de nós entendem que basta a prática da caridade sem esclarecimento ou informação do que é a Umbanda enquanto religião. O esclarecimento religioso inclui no mínimo sua liturgia e base histórica. Estas informações são necessárias para dar ao praticante mais tranqüilidade e segurança da religião que assumiu, podendo falar mais sobre ela, desmistificando conceitos e assumindo o Orgulho de ser Umbandista. A Umbanda não é instituída, possui muitos órgãos representativos incluindo federações e associações, logo não há um histórico oficial e este nosso despretensioso ensaio servirá para esclarecer.

Longe de nós a pretensão de oficializar a história da Umbanda, queremos apenas compartilhar algumas informações que consideramos muito importantes ao estudioso de Umbanda, que tem a sede do saber. História é tudo aquilo que está registrado (escrito, fotografado ou filmado), assim iremos recorrer ao que os primeiros Umbandistas deixaram registrado em publicações, ou seja, os primeiros livros e relatos da Religião de Umbanda. Livros que são parte de sua história onde na maioria das vezes os autores foram umbandistas atuantes. Zélio de Moraes não escreveu nada sobre si ou sobre a religião que teve seu inicio em 15 de Novembro de 1908. Em 1904, o livro “As Religiões do Rio”, escrito por João do Rio, apresenta um estudo aprofundado dos cultos no Rio de Janeiro e em momento algum aparece a palavra Umbanda, o que endossa que nem a religião de Umbanda, nem a palavra, eram presentes no Rio de Janeiro, onde nasceu a Umbanda.

Os primeiros textos sobre a Umbanda aparecem em um livro chamado “No Mundo dos Espíritos”, em 1925, uma coletânea de reportagens feitas pelo Jornalista Leal de Souza para o vespertino da época chamado “A Noite”, onde aparece, entre outras, uma reportagem do Centro Tenda Nossa Senhora da Piedade com o Médium Zélio de Moraes. Leal de Souza era médium na Tenda Nossa Senhora da Piedade e por orientação de Zélio de Moraes e do Caboclo das Sete Encruzilhadas, se tornaria o dirigente da Tenda Nossa Senhora da Conceição.

O primeiro livro de Umbanda foi publicado em 1933 por Leal de Souza e recebeu o nome de “O Espiritismo, a Magia e as Sete Linhas de Umbanda”, neste livro há um capitulo (Cap. 23) intitulado “O Caboclo das Sete Encruzilhadas”, onde o autor que conviveu muitos anos com o fundador da Umbanda fala um pouco sobre a entidade, veja abaixo:

“Se alguma vez tenho estado em contato consciente com algum espírito de luz, esse espírito é, sem duvida, aquele que se apresenta sob o aspecto agreste, e o nome bárbaro de Caboclo das Sete Encruzilhadas”

Sentindo-o ao nosso lado, pelo bem estar espiritual que nos envolve e sensibiliza, pressentimos a grandeza infinita de Deus, e, guiados pela sua proteção, recebemos e suportamos os sofrimentos com uma serenidade quase ingênua, comparada ao enlevo das crianças, nas estampas sacras, contemplando a beira do abismo, sob as asas de um anjo, as estrelas do Céu.

O Caboclo das Sete Encruzilhadas pertence à falange de Ogum, e, sob a irradiação da Virgem Maria, desempenha uma missão ordenada por Jesus. O seu ponto emblemático representa uma flecha atravessando um coração, de baixo para cima; - A flecha significa a direção, o coração é o sentimento e o conjunto – orientação dos sentimentos para o alto, para Deus…

Entre a humildade e a doçura extremas, a sua piedade se derrama sobre quantos o procuram, e não poucas vezes, escorrendo pela face do médium, as suas lágrimas expressam a sua tristeza, diante dessas provas inevitáveis a que as criaturas não podem fugir…

A linguagem do Caboclo das Sete Encruzilhadas varia, de acordo com a mentalidade de seus auditórios. Ora chã, ora simples, sem um atavio, ora fulgurante nos arrojos da alta eloqüência, nunca desce tanto, que se abastarde, nem se eleva demais, que se torne inacessível.”

Em Novembro 1971, por ocasião do 63 aniversário da Tenda Nossa Senhora da Piedade a Senhora Lilia Ribeiro, Diretora do “Boletim Macaia” e da “Tenda de Umbanda Luz, Esperança e Fraternidade” – TULEF – gravou a mensagem abaixo dada de viva voz pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas. O texto foi colhido no livro “Umbanda Cristã e Brasileira” de Jota Alves de Oliveira / Ed. Ediouro. A mensagem reflete os conceitos estabelecidos, desde o princípio, 1908, pela Entidade Caboclo das Sete Encruzilhadas e por Zélio de Moraes, veja abaixo:

“A Umbanda tem progredido e vai progredir. É preciso haver sinceridade, honestidade, e eu previno sempre aos companheiros de muitos anos: a vil moeda vai prejudicar a Umbanda; médiuns que vão se vender e que serão, mais tarde expulsos, como Jesus expulsou os vendilhões do templo”.

O perigo do médium homem é a consulente mulher; do médium mulher é o consulente homem. É preciso estar sempre de prevenção, porque os próprios obsessores que procuram atacar as nossas casas fazem que toque alguma coisa no coração da mulher que fala ao Pai de Terreiro, como ao coração do homem que fala à Mãe de Terreiro. É preciso ter muito cuidado e haver moral, para que a Umbanda progrida.

Umbanda é humildade, amor e caridade – essa é a nossa bandeira. Neste momento, meus irmãos, me rodeiam diversos espíritos que trabalham na Umbanda do Brasil: Caboclos de Oxossi, de Ogum, de Xangô. Este que vos fala, porém, é da falange de Oxossi, meu Pai, e não veio por acaso; trouxe uma ordem, uma missão.

Meus irmãos: Sejam humildes, tenham amor no coração, amor de irmão para irmão, que as vossas mediunidades ficarão mais puras, servindo aos espíritos superiores que venham a baixar entre vós; é preciso que os aparelhos estejam sempre limpos, os instrumentos afinados com as virtudes que Jesus pregou na Terra, para que tenhamos boas comunicações e proteção para aqueles que vêm em busca de socorro nas casas de Umbanda.

Meus irmãos: Este aparelho já está velho, com 80 anos a fazer, mas começou antes dos 18. Posso dizer que o ajudei a casar, para que não estivesse a dar cabeçadas, para que fosse um médium aproveitável e que, pela sua mediunidade, eu pudesse implantar a nossa Umbanda. A maior parte dos que trabalham na Umbanda, se não passaram por esta Tenda, passaram pelas que saíram desta Casa.

Tenho uma coisa a vos pedir: Se Jesus veio ao planeta terra na humilde manjedoura, não foi por acaso. Assim o Pai determinou. Podia ter procurado a Casa de um portentado da época, mas foi escolher aquela que havia de ser a sua mãe, esse espírito que viria a traçar a humanidade os passos para obter Paz, Saúde e Felicidade.

Que o nascimento de Jesus, a humildade em que ele baixou a Terra, a estrela que iluminou aquele estábulo, sirvam de exemplos, iluminando os vossos espíritos, tirando os escuros de maldade por pensamento, por práticas e ações; que Deus perdoe as maldades que possam ter sido pensadas, para que a Paz possa reinar em vossos corações e nos vossos lares.

Fechai os olhos para a casa do vizinho; fechai a boca para não murmurar contra quem quer que seja; não julgueis para não serdes julgados; acreditai em Deus e a Paz entrará em vosso lar. È dos Evangelhos. Eu, meus irmãos, como o menor espírito que baixou à Terra, mas amigo de todos, numa concentração perfeita dos companheiros que me rodeiam neste momento, peço que eles sintam a necessidade de cada um de vós e que, ao sairdes deste Templo de caridade, encontreis os caminhos abertos, vossos enfermos melhorados e curados e a saúde para sempre em vossa matéria.

Com um voto de Paz, Saúde e Felicidade, com Humildade, Amor e Caridade, sou e serei sempre humilde Caboclo das Sete Encruzilhadas”.

Umbanda têm Fundamento, Umbanda têm História… É preciso conhecer, É preciso estudar…

Texto de Alexandre Cumino

Venho aproveitar esse belo texto para convidar todos os médiuns á participarem do GRUPO DE ESTUDOS E DEBATES no dia 18/07/2014 Sexta Feira ás 19h.

Mensagem enviada pelo médium Patrick Fontoura (SCT)

Mensagem de Tranca Ruas (Leia e Reflita)



Sei que muitos não entendem quem somos. Sei também, que por não saberem, especulam e inventam histórias mirabolantes e porque não dizer, fantásticas até. Quando não, nos vestem através de seus desejos
mais impuros e nos culpam por suas atitudes não condizentes com a Lei Divina.

Mas sou Exú seu moço!

Sou aquele que entra e sai de todo e qualquer tipo de antro sem sofrer deficiência, tanto energética, quanto espiritual. E se realizo isto com maestria é porque sou um Ser de Luz.
Dizem alguns, que não somos bons, nem maus.
               
Será???
               
Lhe digo então seu moço, que só sendo muito benevolente, complacentecondescendente, para atuar, na vida dos moços e moças em desequilíbrio.
               
Somos nós, que apesar de conhecermos os erros, as falhas, os desejos obsessivos e o fanatismo inconsequente dos seres encarnados que ainda assim, atuamos em todos os sentidos da vida
ensinando enfaticamente a ação da Lei da Afinidade, Lei da Ação e Reação e da Lei da Atração.
               
Somos nós, meros Exús, que trabalhamos ativamente na eliminação dos desequilíbrios e vícios dos seres, por isso agimos na vida de vocês ativando o que é de merecimento e o que é necessário para sua melhora,
ainda que essa ação seja incompreendida e dolorida. E acredite muitos de vocês ainda precisam sentir dor para melhorar, precisam de desafios para superar, precisam vivenciar a escuridão para enxergar a Luz,
precisam perder para dar valor ao que têm e sentir desespero para aprender a ter Fé.         
               
Sim, somos os Executores da Lei, porque essa é a nossa missão.
               
Sim, somos nós que ativamos os merecimentos de cada um. Propiciamos vitórias e derrotas, pois quase sempre vocês não sabem lidar com a vaidade, o ego, o egoísmo e a soberba que aflora de forma acentuada quando conquistam algo ou alguém.
               
Exú abre caminhos, mas também fecha, tranca e acorrenta quando vocês se encontram em desequilíbrio e viciados em uma maldade e possessão sem fim. Isso é a Lei!
               
Somos nós que atuamos no seu negativo para equilibrar a ação.
               
Exú age conforme a sua necessidade ou merecimento, sempre respeitando a Lei de Ação e Reação. Exú não faz o que você quer, faz o que a Lei Divina ordena e determina que você mereça.
               
Exú não faz, não participa e não orienta nenhum tipo de magia para o Mal. Porque Exú conhece a Lei Divina e a cumpre com perfeição a cada momento. O Mal é a ação do homem que deseja mais do que pode, deve e merece.
               
Isso é Amor, seu moço! Pois, Exú lida com o que há de mais negativo e asqueroso dentro de cada um de vocês. E ainda assim, descemos até as mais baixas profundezas para lhes salvar.
               
Somos nós que ouvimos seus pensamentos mais vaidosos e egoístas, mas ainda assim, trabalhamos duro para que seus vícios sejam eliminados.
               
Exú ama e luta pela evolução de cada ser mesmo conhecendo detalhadamente e lidando com o pior lado de cada um de vocês.

Boa Noite moço, boa noite moça, boa noite a todos! E que cada um tenha aquilo que merece ter.
               
Palavras de Exú Tranca Ruas.

Mensagem enviada pelo Médium Patrick Fontoura (SCT)

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Final da Festa de 30 Anos do Templo Espírita Ogum Megê (VIDEO)

Confira o final da Festa de 30 Anos do Templo Espírita Ogum Megê.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Festa 30 Anos de Ogum Megê (FOTOS)

Confira as fotos da festa de 30 anos do Templo Espírita Ogum Megê.